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Eco Porto
Assim é a Pousada Ecoporto, um verdadeiro paraíso! |
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Hotéis e Destinos
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Tours Virtuais
Apresentamos as atrações através de Tours Virtuais. Clique aqui e saiba como utilizá-los.
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É como se você estivesse lá
Todos os hotéis e atrações turísticas deste site foram visitados e fotografados por nós. As imagens que você verá nos tours virtuais são realísticas. O objetivo é que você encontre, ao viajar, aquilo que vir aqui. Procuramos manter os atualizados, mas é possível que os hotéis façam reformas e mudanças de decoração que ainda não tenham sido atualizadas em nosso site. |
Destinos em Destaque
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Praia da Joaquina
A Praia
O ponto procurado por surfistas, já foi sede de alguns campeonatos. |
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Forte N S Assunção
O Forte
O forte pode ser visitado mediante agendamento prévio junto à Comunicação Social da Região Militar. |
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Hotéis e Destinos incluídos recentemente
O Instituto Ricardo Brennand
"Na minha vida, meu sucesso como empresário foi, em grande parte, fruto do apoio que sempre recebi da minha gente, dos meus colaboradores e da permanente companhia do meu Pai Antônio e do Tio Ricardo. Assim, para resgatar parte do que de todos recebi, com desapego pelas coisas materiais e coragem indispensável para enfrentar os desafios, pude ver o nascimento desta obra, ao fincar, aqui, em São João da Várzea, terras de João Fernandes Vieira, as bases do Instituto Ricardo Brennand em homenagem ao meu Tio. Deus quis que tivesse ao meu lado, Graça, mulher dedicada, que me deu oito filhos, companheiros do dia-a-dia, solidários com meus sonhos e que serão meus sucessores e responsáveis pela manutenção e conservação deste Patrimônio Cultural de Estudos Brasileiros, em terra do meu Pernambuco. Como nos ensina o poeta português, quando... Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Um abraço,
Ricardo Brennand.
O indivíduo contemporâneo é em primeiro lugar um passageiro metropolitano
Nelson Brissac Peixoto
A Ação Educativa do Instituto Ricardo Brennand foi criado em 2002 em virtude da realização da exposição Albert Eckhout volta ao Brasil: 1640-2002, e desde então vem desenvolvendo programas educativos para escolas da educação Infantil ao Ensino Médio das redes públicas e particulares de Pernambuco; atividades culturais, ciclos de debates, cursos e encontros que visam a formação de públicos diversos por meio da educação do olhar – nunca a questão do olhar esteve tão no centro do debate da cultura e da sociedade contemporânea – para o desenvolvimento da percepção visual, da sensibilização para a arte e para os objetos da cultura e para a ampliação do universo cultural dos visitantes. As visitas monitoradas à exposição são o principal veículo de mediação entre as obras expostas e o público. Elas são feitas por educadores especializados que propiciam discussões e fornecem informações sobre o conceito da exposição, o artista, seu processo de trabalho e sua obra. Pensamos a mediação como possibilidade de estabelecer essa relação de formação lançando mão de estratégias e procedimentos pedagógicos e recursos e materiais didáticos. A mediação como passagem, recorrendo a essa metáfora, lançamos mão da imagem do “passante”, passageiro, ou ainda do “estrangeiro”. Figura do espectador, que transita em territórios múltiplos e diversos. O Transito entre dois territórios constitui-se na construção de um novo espaço de apreciação e de possibilidade de formação. Para nós a formação se coloca na perspectiva de construir uma atitude cidadã, de preservação, conservação, de criação, de percepção estética, propiciando: • Pensar a arte como provocadoras de redes de significações • A arte produzida no Brasil vista como constituinte do debate cultural brasileiro, e não mero assunto mundano, sem ressonâncias mais efetivas no corpo social do país. • Perceber que a história da arte produziu um universo de imagens e configurações imagéticas que a civilização humana foi produzindo ao longo do tempo. As nossas principais e permanentes ações estão focadas: a) Formação de mediadores/monitores/educadores/artistas – Possibilidades de interpretação as mais profundas e diversas. b) Formação de professores/educadores c) Formação de estudantes: Atividade com a escola, incorporando à atividade de produção artística, o exercício da reflexão sobre a Arte dentro de seu contexto histórico e a leitura da imagem como meio para o desenvolvimento da apreciação estética. • visita conto – voltada para crianças de 03 a 6 anos – Educação Infantil • visita descoberta – sobretudo para público de crianças e adolescentes – Fundametal I e II • visita conferência – Busca abrir um diálogo instigante com o público adulto, geralmente visita uma exposição para consolidar os seus esquemas referenciais, o que Pierre Bourdieu chama de Habitus – Ensino Médio e Universitário • visitas + ateliê (laboratório de experimentação plástica) • Respostas poéticas ou artísticas: Exercícios poéticos envolvendo variadas linguagens artísticas • Formação através de projetos: requer estudo destes parceiros, um estudo de público, o que eles fazem, encontros que propiciam uma interação das identidades em questão: a do espaço cultural e da instituição convidada. d) Encontros Culturais - Terceira idade e) Família – visita e atividade de ateliê/lúdica: Encontro entre adultos, crianças, jovens, adolescentes, idosos, enfim visa propiciar encontros entre gerações distintas e entre pais e filhos f) Visitas monitoradas para público espontâneo g) Igual Diferente: Projetos com Comunidade h) Produção de Materiais de Mediação: publicações, jogos, materiais sensoriais, publicações em Braille, reproduções de imagens etc.
O Castelo São João Museu do Instituto Ricardo Brennad
O Museu de Armas Castelo São João foi criado pelo colecionador pernambucano Ricardo Brennand, que há mais de cinqüenta anos vem adquirindo obras de arte das mais diferentes procedências e épocas, cobrindo um espaço de tempo entre os séculos XV e XXI, com peças provenientes da Europa, Ásia, América e África. Essas obras de arte estão reunidas em coleções de Pintura, brasileira e estrangeira, Armaria, Tapeçaria, Artes Decorativas, Escultura e Mobiliário. Essas obras de arte estão reunidas em Coleções de Pintura, brasileira e estrangeira, com destaque para a maior coleção privada do pintor holandês Frans Post, Armaria, Tapeçaria, Artes Decorativas, Escultura e Mobiliário. Armaria: O núcleo de Armaria, que originou a Coleção Ricardo Brennand, é considerada hoje, uma das maiores coleções do mundo, com cerca de 3.000 peças, fabricadas na Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Espanha, Suécia, Turquia, Índia e Japão. As armas são classificadas como de caça, guerra, proteção pessoal e exibição, defensivas e ofensivas, armaduras para cavaleiros e cavalos, com destaque para as armaduras completas com escudos, elmos, manoplas e cotas de malha, usadas pelos cavaleiros em batalhas, torneiros e justas, entre os séculos XIV e XVII. Entre as peças que compõe a coleção estão punhais, estiletes, espadas, espadas-pistolas, maças, maguais, alabardas, bestas, facas e canivetes. Peças de diferentes estilos, algumas ricamente trabalhadas com pedras semipreciosas, marfim, chifres, madrepérola, carvalho, aço e outros metais abrangendo um período entre o séculos XV e XXI. Destaque para as facas e canivetes de exibição da cutelaria Joseph Rodgers & Sons Limited, fundada em 1724, em Sheffield, Inglaterra, que funcionou até meados do século XX. A Joseph Rodgers teve exclusividade na venda produtos de cutelaria para a Coroa Britânica durante quatro reinados consecutivos, do Rei William IV ao George V. O nome da Rodgers e os símbolos de sua marca estiveram sempre associados com produtos de altíssima qualidade e beleza de design. Artes Decorativas Arte Européia está representada nas coleções de Artes Decorativas, por objetos de adorno em geral e compreende inúmeras peças como castiçais, candelabros, jarros, mosaicos, vitrais e cofres miniatura. Destaque para um par de candelabros franceses black-a-moor em figura feminina, século XIX, da Fundição Barbedienne, feitas por Guillemin, em bronze dourado. Parte da estatuária em miniatura, executada em estanho e bronze, leva a assinatura de E. Granger, famoso artesão francês do século XIX, 1850, que se dedicou a trabalhar perfeitas réplicas de cavaleiros medievais em armaduras. A coleção de relógios do IRB é constituída de relógios de caixa alta com pêndulos, de origem austríaca e francesa, como o relógio Planchon, francês, com mostrador de porcelana e pintura com os equinócios, inspirado no estilo Louis XIV. Edouard Planchon, aprendeu o ofício com seu pai em Bourges onde nasceu, mudando-se para Paris em 1862, recebendo a influencia de Violet le Duc, e o estilo gótico tardio do século XIX. Seu trabalho ficou conhecido por estilo Planchon, inspirado também no estilo de Louis XIV e de Louis XV. Uma peça em estilo barroco, procedente da Itália, chama a atenção pela riqueza da talha dourada: é um órgão de tubos, instrumento musical do século XVII, fabricado por Domenico Mangino, c.1625.
Pinacoteca
O Instituto Ricardo Brennand coloca Pernambuco no roteiro das grandes exposições Nacionais e Internacionais. Com 1200 m², o salão expositivo tem capacidade de receber até duas mostras simultaneamente e conta com equipamentos de alta tecnologia para preservação de umidade, temperatura, luminosidade e segurança. Além do espaço expositivo, a Pinacoteca do IRB é composta por foyer, auditório com capacidade para 100 pessoas, banheiros, reserva técnica, loja, cafeteria, biblioteca e sala do conselho (reservada para eventos). A pinacoteca do IRB foi inaugurada em setembro de 2002 com a exposição internacional "Albert Eckhout Volta ao Brasil 1644-2002". Atualmente o IRB está em cartaz com as mostras: "Frans Post e o Brasil Holandês", "Paisagem Brasileira do Século XIX" e "O Julgamento de Nicolas Fouquet".
Tapeçaria:
ALBERT ECKHOUT (1610 - 1666) Pintor nascido em Groningen, Holanda. Era filho de Albert Eckhout e Marryen Roeleffs. Pouco se sabe sobre sua formação artística, mas acredita-se que o seu tio, Gheert Roeleffs, tenha sido provavelmente o seu iniciador nas artes. Não há confirmação sobre uma provável ligação entre o artista e Gebrand van den Eeckhout (1621-1674), discípulo de Rembrandt. Albert Eckhout fez parte da comitiva científica e artística do Conde João Maurício de Nassau, juntamente com o também pintor Frans Post (1612-1680); o médico Willem Piso (1611-1678); Georg Marcgraf (1610-1643), astrônomo, cartógrafo e naturalista; o soldado e artista amador Zacharias Wagener (1614-1668); Frans Plante, filósofo, poeta e latinista; e outro astrônomo, Heinrich Cralitz, que chegando ao Brasil faleceu. Maurício de Nassau reuniu artistas e cientistas com o objetivo de documentar o Novo Mundo, através da investigação e descrição da terra e dos habitantes. Assim, a ciência O material científico e iconográfico de riqueza incalculável recolhido por Nassau no Brasil foi distribuído por este entre três grandes monarcas europeus: o rei da Dinamarca, o grande eleitor de Brandenburgo e o rei da França. Em cada corte essas imagens e informações de grande impacto foram recebidas com intensa curiosidade e não deixaram de marcar as imaginações e as retinas de seus contemporâneos. Tiveram também grande influência sobre certas artes decorativas, especialmente a tapeçaria. Foram principalmente os desenhos de Albert Eckhout que serviram de base para as famosas tapeçarias das "Anciennes" e "Nouvelles Indes", realizadas pela manufatura de Gobelins na França durante o Século XVII, das quais o Instituto Ricardo Brennand possui quatro, um dos maiores conjuntos do mundo. A imaginária do Novo Mundo trazida por Nassau, assim como os quadros de Frans Post, também influenciaram artistas holandeses que nunca estiveram no Brasil mas aproveitaram temas da "Índias Ocidentais", como Jillis Van Schendel na paisagem imaginária em que incorpora elementos claramente inspirados no Brasil, como palmeiras, índios e escravos negros. catalogava e os artistas retratavam. Dessa maneira, o período nassoviano (1637-1644) produziu no Brasil holandês (1630-1654) um registro decisivo e fundamental para a história da iconografia colonial, bem como das pesquisas científicas.
Fran Post e o Brasil Holandês:
Há anos, apoiado por Graça minha mulher, meus filhos e netos, resolvi criar o Instituto Ricardo Brennand. Este novo instituto, que leva meu nome, homônimo do meu tio Ricardo Brennand, grande cultor das artes e a quem eu homenageio, tem como objetivo preservar e difundir a arte e a cultura brasileiras, tendo como o foco o século XVII no período da ocupação holandesa. Em Setembro de 2002, abrimos nossa Pinacoteca, que é parte do Instituto, para receber e expor, pela primeira vez, todas as obras de Albert Eckhout que viajaram juntas para fora da Dinamarca. Agora, por ocasião da visita de sua Majestade a Rainha Beatrix da Holanda e de Suas Altezas Reais o Príncipe Willem-Alexander e a Princesa Maxima, abriremos a exposição "Frans Post e o Brasil Holandês no Instituto Ricardo Brennand" mostrando pela primeira vez o acervo constituído pelo Instituto em torno do tema que escolhemos como foco de nossa atividade. Frans Post foi o primeiro paisagista do Novo Mundo e o Instituto orgulha-se de possuir a maior coleção de suas obras, formada por 15 quadros representativos de todas as fases de seu trabalho. Em torno do Brasil Holandês, está sendo constituída uma grande biblioteca e uma coleção de documentos, mapas e objetos relativos ao período. Estas coleções foram organizadas por Bia Corrêa do Lago, autora de amplo estudo sobre Frans Post e curadora desta primeira exposição do acervo do Instituto, tornada possível graças ao apoio do Ministério da Cultura. Essa é a maneira que encontramos para agradecer e retribuir a Pernambuco e ao Brasil as oportunidades que nos foram dadas para, em mais de 50 anos de árduo e incessante trabalho e também de contínua esperança, desenvolver nossas empresas, construir fábricas, criar empregos e colaborar, enfim, para nosso povo e nosso país. O Instituto Ricardo Brennand é, pois, a expressão tanto do nosso compromisso com a terra e a gente de Pernambuco e do Brasil quanto de nossa maior gratidão e esperança nas gerações futuras.
Frans Post
... "Nasceu Frans Janszoon Post na cidade de Haarlem, Holanda, em 1612, sendo filho do pintor de vitrais Jan Janszoon Post e de sua mulher Francyntie Peters, cujo casamento aconteceu em 1604, sendo ambos naturais de Leiden. Era Frans o terceiro filho do casal, que tinha por primogênito Pieter Post, nascido em Haarlem em 1608, seguindo-se de Anthoni, nascido em 1610, e Johana, a caçula nascida em 1614, pouco antes do falecimento do chefe da família: Jan Janzoon Post. Órfão de pai aos dois anos, tendo sua mãe se casado com Harman van Warden em 1620, de quem logo depois se separa, o menino Frans tem no irmão Pieter o seu primeiro mestre. Pouco se sabe de sua formação acadêmica, tão somente que criou-se na cidade de Haarlem, uma das mais prósperas da província, Flandres, célebre por suas corporações de artistas. Pieter Post (1608-1669), o mais velho dos irmãos, vem a ser discípulo do grande Van Campen, um dos mais renomados arquitetos do seu tempo, responsável pela construção da Mauritshuis (Casa de Maurício), na Haia, e freqüentador da corte do Príncipe Frederico Henrique. Através dele é o jovem Frans apresentado ao Conde de Nassau, recém-nomeado Governador do Brasil Holandês, que o convida para acompanhá-lo em sua nova missão. No Brasil, o jovem Frans Post tornou-se a memória visual do governador, transformando-se numa espécie de cronista da paisagem. Para isso acompanhou o Conde de Nassau em todas as suas viagens e campanhas militares, chegando até a registrar incursões de esquadras enviadas do Recife para a tomada das cidades de São Jorge da Mina, Forte Nassau, São Paulo de Luanda e ilha de São Tomé, na África."... trecho do texto: Frans Post - de Leonardo Dantas Silva
Julgamento de Nicolas Fouquet
Ascensão e Queda de Nicolas Fouquet: A França estava sob o reinado do Rei Luís XIV, eternizado na história mundial como Rei Sol, por sua regência suntuosa e pela frase “O Estado sou Eu!”. Por indicação do Cardeal Mazarino, (primeiro-ministro da corte), Luís XIV nomeou Fouquet para ocupar o cargo mais cobiçado da época, o de Superintendente das Finanças do Reino, o qual ocupou de 1648 a 1661. Durante este período, Fouquet restabeleceu a credibilidade das finanças do Reino e, gozando de privilégios econômicos, multiplicou sua fortuna tornando-se um dos homens mais ricos da França. A cobiça pelo seu cargo levou Jean-Baptiste Colbert a acusá-lo de peculato e tentativa de sedição junto ao Rei. No dia 17 de agosto de 1661, uma grande festa foi preparada para receber os 600 convidados da corte do Rei Sol. Todos ficaram instalados nas dependências do Castelo de Fouquet, o Vaux-le-Vicomte. Durante os dias da festividade, foram sorteadas armas para os cavalheiros e jóias para as damas. Diante da riqueza e suntuosidade da festa, Luís XIV acaba por se convencer que as acusações de Colbert são verdadeiras, decide decretar a prisão de Fouquet, que só não ocorre durante a festa por Ana da Áustria, mãe do Rei, intervém e dissuade o filho. Mas em 05 de setembro de 1661, Nicolas Fouquet foi submetido a uma corte especial. Seu julgamento se arrastou por 3 anos, ao fim dos quais Fouquet foi condenado ao banimento da França e ao confisco de todos seus bens pessoais. Insatisfeito com a sentença, Luís XIV transforma o banimento em prisão perpétua. Nicolas Fouquet foi aprisionado no Castelo de Pignerol, onde faleceu no dia 23 de março de 1680. Mais informações...
Sala do Conselho
O Instituto Ricardo Brennand dispõe de vários espaços para realizações de eventos como jantares, coquetéis, casamentos, eventos coorporativos e culturais.
AUDITÓRIO
Localizado na Pinacoteca do Instituto Ricardo Brennand, com capacidade para 120 lugares, climatizado, e toda a estrutura necessária para o seu evento: Telão, equipamentos de som, vídeo, DVD, data-show e retro-projetor, flipchart e microfones.
ÁREA EXTERNA – TOLDO Localizado nos jardins do Instituto Ricardo Brennand na entrada principal, com 500 m² de área com cobertura transparente, ideal para eventos acima de 200 convidados. 
SALA DA RAINHA Localizada na área interna da Pinacoteca, com 320 m² de área, climatizada, ideal para exposições temporárias e de curta duração.
SALA DO CONSELHO Espaço para eventos especiais, com 290 m², climatizada, decorada com mobília do Séc XVIII, vitrais e piso em mármore italiano, ideal para eventos com até 200 convidados.
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